domingo, 18 de setembro de 2016

HIV não provoca AIDS. Nunca provocou!

HIV não provoca AIDS. Nunca provocou!


Hoje iremos tratar de mais uma farsa MUNDIAL a serviço dos interesses financeiros dos grupos empresariais controladores do Mundo Contemporâneo. Começaremos com a declaração  bombástica de que HIV não provoca AIDS. É isso mesmo. Vamos repetir:  HIV não provoca AIDS. A primeira pessoa que fez essa declaração foi nada mais nada menos que o DESCOBRIDOR DO VÍRUS HIV, Dr. Luc Mantagnier.



Dr. Luc Montagnier, ganhador do premio Nobel de Medicina e Fisiologia, em  1983 nos laboratórios do Instituto Pasteur de Paris, identificou pela primeira vez o retro vírus da Imuno-Deficiência -Adquirida. Em um programa de televisão francês ele declarou ao VIVO que HIV não provoca AIDS. A doença seria provocada por hábitos de vida que afetam o equilíbrio imunológico do corpo humano. Essa conclusão ele chegou após exaustivas observações sobre os padrões de comportamento do vírus  por um lado, e pelo outro, os mecanismos de transmissão da doença.
"Eu acredito que nós podemos ser expostos ao HIV muitas vezes sem ficarmos infectados cronicamente. Nosso sistema imunológico irá se livrar do vírus dentro de poucas semanas, se você tiver um bom [saudável] sistema imunológico", afirmou.

 Assista ao vídeo no canal do Youtube: HIV sozinho não causa AIDS



Mas não foi somente ele, outros renomados cientistas afirmam a mesma coisa. Quero citar Peter Duesberg,  outro ganhador do prêmio Nobel. Médico infectologista radicado nos Estados Unidos, vinculado à Universidade da Califórnia em Berkeley. Suas declarações chocaram seus colegas, e ele acabou perdendo um patrocínio de pesquisa da ordem de 500.000 dólares ao ano. Mas isso não o fez voltar atrás. Para ele a verdade é mais importante que dinheiro para pesquisa. 

O cientista afirma que o boicote contra ele é sustentado pelos laboratórios produtores  de medicamentos contra o HIV (mercado que chega a movimentar mais de 2,5 bilhões de dólares por ano só nos Estados Unidos). Para sustentar com medicamentos um único paciente gasta cerca de 10.000 dólares ao ano.




Hoje existe um grupo de 600 cientistas que afirmam a mesma coisa que o Dr. Duesberg, o chamado “Os Rebeldes da Aids” surgido em 1991. Seu nome oficial é Grupo para a Reavaliação Científica da Hipótese HIV/Aids, que hoje conta com mais de 600 cientistas em diversos países. (Duesberg só se juntou a eles em 1993.) Todos eles acreditam que não existem evidências suficientes para atribuir a síndrome ao vírus. 
O Dr. Peter Duesberg citou um grupo de 4.000 pacientes que tinha a Síndrome sem ter o vírus HIV. Ele acredita, como todo mundo, que a doença se deva  a destruição do sistema imunológico, mas discorda que seja o HIV o causador da destruição, antes afirma que problemas comportamentais relacionados a maus hábitos é que provocaria uma reação de agressão ao Sistema Imunológico, inclusive o consumo de Drogas e Entorpecentes, incluindo  aí os próprios medicamentos de combate a AIDS, ou seja, alguns medicamentos que deveriam combater a doença acabam por piorá-la. Isso se baseia nos inúmeros casos de aidéticos que tiveram uma aceleração do quadro da doença após o consumo dessas drogas. Isso explica porque os grupos de maior risco da doença são os homossexuais, usuários de drogas e aqueles que sofrem de desnutrição severa.
Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), até 1999 cerca de 85% dos casos de Aids naquele país ocorriam em homens – em sua esmagadora maioria homossexuais e usuários de drogas. “Isso se explica porque lá cerca de 80% dos usuários de drogas intravenosas são homens e porque homossexuais masculinos usam drogas afrodisíacas, anfetaminas e cocaína”, afirma Duesberg. E também porque o comportamento promíscuo, que seria mais comum entre os indivíduos desse grupo, implicaria em uma série de doenças que debilitariam o sistema imunológico. Para Duesberg, se a Aids fosse realmente contagiosa deveria ter se espalhado uniformemente pela população norte-americana. Mas e a África? Lá a síndrome ataca igualmente homens e mulheres. Duesberg rebate: a causa de imunodeficiência naquele continente não são as drogas, mas a fome. Na realidade africana, portanto, faria muito sentido o fato de a síndrome atingir igualmente os dois sexos – já que ambos são da mesma forma vulneráveis à falta de comida e aos estragos que a subnutrição faz no sistema imunológico.
Duesberg afirma que o HIV é inofensivo e passageiro.  Existente muito antes da epidemia de AIDS na década de 80.

De fato a história da AIDS sempre foi MAU CONTADA. Raciocine comigo:

1          1) Se alguém tem o vírus da rubéola o que acontecerá é que provavelmente desenvolverá a doença, mais cedo ou mais. Se alguém contrai o vírus da gripe, acabará ficando gripada. Se é picado pelo mosquito Aedes Aegypty infectado com o vírus da dengue, certamente apresentará um quadro de dengue. Assim é, em condições normais, com as demais doenças viróticas, como  rubéola, poliomelite, caxumba, hepatite B, etc.  Por quê com a AIDS é diferente?   Estranho...........

2               2)  No caso da AIDS diz-se que existem indivíduos soro-positivo e soro-negativo. Isto é, os negativos tem HIV e desenvolve a doença;  os positivos tem HIV e não desenvolve a doença.  Deusberg afirma que esse modelo não faz sentido, em outras palavras, isto está ERRADO e explica: o HIV seria apenas um “passageiro”, pegando carona na fragilidade das defesas do corpo de quem usa muitas drogas ou passa fome (soro-negativo). “O vírus é inofensivo e costuma ser rapidamente neutralizado pelo sistema imunológico de indivíduos sadios (soro-positivo)”

3       3)      África é o continente com a maior população com a AIDS, não por causa do vírus, mas devido a fragilização do sistema imunológico das populações, induzida pelo problema de desnutrição crônica que afeta o continente. Na África a doença  afeta igualmente homens, mulheres e crianças. visto a desnutrição afetar nas mesmas proporções.

CONCLUSÃO: O que acontece com AIDS é o mesmo que acontece com o CÃNCER. A Indústria Bilionária Farmacêutica alimenta mentiras e falsas afirmações para continuar vendendo suas drogas que supostamente combateriam esses males. No caso da AIDS,  o medicamento mais conhecido é o AZT (produzido pela Industria Welcome da família Rockfeller) , cuja toxicidade é altíssima em relação as células do sistema imunológico, ou seja, o medicamento combate o HIV e também ajuda a destruir as células do sistema imunológico, enfraquecendo o organismo ainda mais. O Dr. Robert Gallo, representante  dos Gigantes Farmacêuticos, patenteou o teste para detectar o vírus HIV. Ele recebe um percentual por cada kit vendido no mundo. Imagine a fortuna que esse sujeito já ganhou vendendo gato por lebre.



Apoiado por David Rasnick, outro cientista renomado que defende a idéia de que HIV não provoca AIDS, Duesberg afirma que os remédios anti-HIV representariam “Aids por prescrição médica”, matando portadores do vírus. Basicamente porque, ao bloquear o vírus, bloqueia também o sistema imunológico do paciente. E pior ainda: seriam dados sem necessidade, já que os testes de Aids dão positivo quando encontram os anticorpos para o HIV – e não o vírus – no sangue dos pacientes (para ele, os anticorpos seriam justamente o sinal de que o organismo já erradicou ou está erradicando o  invasor).
Se a pessoa é sadia e contrai o vírus HIV, o sistema imunológico agirá e a cura se dará normalmente. Não há necessidade nenhuma de tomar essas verdadeiras “bombas” para o organismo.  Os sintomas são parecidos com gripe nos 3 primeiros dias. Depois desaparece.
Para finalizar sugiro o vídeo abaixo (se é que ainda ele está no ar no sítio do YOUTUBE):

A MENTIRA DA AIDS:




A GRANDE MENTIRA




Texto da revista SUPER  INTERESSANTE: